INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA
ALBERT EINSTEIN
INTITUTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA
ALBERT EINSTEIN
Glaucia do Socorro
Silva Souza
Andreia Belo dos
Santos
Iolete Castro Corrêa
Jonildo Castro Corrêa
Paula de Brito Macedo
Rosicleia Gomes de
Sousa
Arlindo
ÁPICE CONSULTORIA
BELÉM
2014
Sumário
Identificação da Empresa
------------------------------------------------------------Pag. 04.
1- Introdução
----------------------------------------------------------------------------Pag.
05.
2 - Organograma Funcional
---------------------------------------------------------Pag. 06.
3 – Justificativa
-------------------------------------------------------------------------Pag.
07.
4 – Objetivo Geral ---------------------------------------------------------------------Pag.
08.
5 – Objetivo Especifico
---------------------------------------------------------------Pag. 08.
6 - Metas
---------------------------------------------------------------------------------Pag.
08.
7 - Publico Alvo
-------------------------------------------------------------------------Pag.
08.
8 – Metodologia
-------------------------------------------------------------------------Pag.
09.
9 - Cronograma Físico ----------------------------------------------------------------Pag.
09.
10 – Apêndice – Mapa de Risco
---------------------------------------------------Pag. 10.
11 – Layouts Central de Esterilização
--------------------------------------------Pag. 12.
12 – Fluxogramas da Central de Material de Esterilização
-----------------Pag. 13.
Medidas Preventivas Para Realização das Atividades
-----------------------Pag. 14.
EPI’s de Uso Obrigatório
-------------------------------------------------------------Pag. 14
Anexos ------------------------------------------------------------------------------------Pag.
15.
As principais NRS aplicadas no setor de esterilização
hospitalar ---------Pag. 16.
Aplicação das NRS
--------------------------------------------------------------------Pag. 17.
Fotos
------------------------------------------------------------------------------Pags.
19 e 20.
Identificação da Empresa
Razão Social: Ápice Consultoria
CEP: 66829-124
FONE: 3249-5467 – 8813-2456
CNPJ: 09.543.657\0001-43
ENDEREÇO: Rod. Arthur Bernardes, nº
1245.
ATIVIDADE PRINCIPAL: Consultoria
Nº DE EMPRESAGADO: 0 7
Masculino: 05
FEMININO: 05
1 - Introdução
Visando a grande importância
que um técnico de segurança do trabalho tem com a promoção e preservação da
saúde e integridade física dos trabalhadores, esta pesquisa vem cumpri
exigências legais referentes á Politica de Segurança do Trabalho nas empresas.
Apresentar uma proposta de
modelo será o principal objetivo deste trabalho, buscando um maior envolvimento
dos conhecimentos técnicos diante á realidade vivida pelo técnico de Segurança
do trabalho em seu ambiente profissional.
Uma vez que o laudo técnico
de condições ambientes do trabalho tem por finalidade atender ás exigências
previstas nas ordens de Serviço e Instruções Normativas oriundas do Instituto
Nacional do Seguro Social, órgão do Ministério da Previdência e Assistência
Social é justificado o grau de responsabilidade deste tema.
Portanto, buscaremos abordar
os conhecimentos com qualificação necessária ao profissional, para que o
resultado final seja um documento imparcial de credibilidade e, principalmente
contribuinte no controle e melhoria do ambiente de trabalho em questão.
A empresa e reconhecida como
uma das melhores empresas de consultorias, a Ápice Consultoria, tem mais de 15
clientes espalhados por Belém, que oferece os melhores serviços e soluções
construtivas. Isso é resultado de constantes investimentos em tecnologias e
inovação e da dedicação e do comprometimento de 07 funcionários.
A empresa Àpice Consultoria
foi fundada 08 de janeiro de 2014 como o objetivo de atender aos seus clientes
e parceiros de forma diferenciada e personalizada, em função de ser criada com
estrutura e hierarquia composta por profissionais com largo e experiências na
execução de projetos e obras, oferecendo, desta forma, soluções ages, eficazes
e totalmente integradas e com foco nos seus clientes.
2 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL
3 – Justificativa
A empresa Ápice Consultoria
fornecerá produtos e serviços 100% dentro do prazo estabelecido.
O planejamento de uma
central de esterilização hospitalar depende das funções, complexidades de ações
e os aspectos econômicos e das instalações.
É de grande importância para o funcionamento
de um hospital, não importa qual seja sua dimensão ou capacidade deverá ser
planejada, instalada e bem organizada.
O artigo médicos limpos é
indispensável no funcionamento de um hospital.
A principal medida na
implantação de uma moderna Central de Esterilização hospitalar é o controle das
infecções. Foi à instalação da barreira de contaminação, no qual separa a central
de esterilização em duas partes distintas: área limpa e área suja;
Na área suja e para a
utilização da separação e lavagem; na área limpa e para a utilização do
acabamento e guarda.
A barreira de contaminação
só será realmente eficaz se existirem maquina de autoclave e maquina de secagem
de material respiratório, na qual deve ter duas portas de acesso, uma para a
área de contaminação e outra para a área limpa.
Neste caso, a área de
lavagem será compreendida em áreas de separação e acabamento.
4 – OBJETIVO GERAL:
Oferecer a administração do
hospital orientação para a concepção da área física e operacional e segura da
esterilização.
5 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·
Oferecer a direção do hospital subsídios
técnicos relativos à construção, reforma, organização e manutenção da
esterilização.
·
Contribuir com a direção do hospital,
oferecer subsídios para a elaboração de seus próprios manuais da esterilização.
·
Orientar a administração do hospital no
controle da infecção hospitalar relacionados com os artigos médico hospitalar.
·
Cooperar para maior produtividade a redução
dos custos operacionais do hospital.
·
Favorecer a melhoria do ambiente de trabalho,
proporcionando maior segurança conforto e satisfação, reduzindo a rotatividade
desnecessária de pessoal.
6 - METAS
|
CURTO
PRAZO
|
MÉDIO
PRAZO
|
LONGO
PRAZO
|
|
Reconhecimento
de Ambiente de trabalho
|
Antecipação
dos riscos no ambiente de trabalho
|
Avaliação
e Controle dos Riscos existente no ambiente de trabalho
|
7 - PUBLICO ALVO
05
funcionários;
20
pacientes;
8 – METODOLOGIA
O primeiro passo é realizar
uma visita técnica no Hospital de Pronto Socorro Municipal – Mário Pinotti,
localizado na Rua de 14 de Março, s/nº, Bairro Umarizal, Belém/PA.
A visita ao Hospital Pronto
Socorro Municipal – Mário Pinotti foi muito proveitoso, pois tiramos o máximo
de informação que podermos da Enfermeira Ana Damasceno, que nos auxiliou
falando como funciona o setor de Esterilização de um Hospital Público, e
tivemos a oportunidade de trocarmos ideias técnicas com relação a este setor.
Em seguida, criou-se o mapa
de risco do CME (Central de Material de Esterilização), informando todos os
riscos que os técnicos de enfermagem e enfermeiros estavam expostos naquele
setor.
Umas das metas principais é
a segurança, favorecer a melhoria do ambiente de trabalho, proporcionando maior
segurança conforto e satisfação, reduzindo a rotatividade desnecessária de
pessoal no ambiente de trabalho, englobando a área de segurança.
·
Palestra: todos os eventos serão voltados a
Central de Esterilização e a conscientização da importância do tema. Duração: 8
Horas. Serão realizados dois encontros agendados com a Enfermeira Chefa daquele
setor. O primeiro, no primeiro dia do mês e o segundo sendo marcada em uma data
escolhida pelo hospital a qual estamos prestando serviços com duração de 4
horas cada palestra.
9
- CRONOGRAMA FÍSICO
|
CRONOGRAMA
|
TEMPO
|
CARGA
HORARIA
|
MÊS
|
|
Seleção
da Equipe
|
03
dias
|
2
horas
|
Janeiro
|
|
Visita
Técnica
|
01dia
|
1hora
30mim
|
Fevereiro
|
|
Criação
do Mapa
|
01
dia
|
2horas
25mim
|
Fevereiro
|
|
Palestra
|
01
dia
|
8
horas
|
Fevereiro
|
|
Processo
Avaliação
|
02
dias
|
4
horas
|
Fevereiro
|
|
Aprovação
do Projeto
|
01dia
|
30mim
|
Fevereiro
|
|
Aplicação
do Projeto
|
01
dia
|
3
horas
|
Março
|
APÊNDICE
10 - MAPA DE RISCO
|
GRUPO 1
(Verde)OG
|
GRUPO 2
(Vermelho)
|
GRUPO 3
(Marrom)
|
GRUPO 4
(Amarelo)
|
GRUPO 5
(Azul)
|
|
Risco
Físico
|
Risco
Quimico
|
Risco Biológico
|
Risco
Ergonômico
|
Risco
de Acidente
|
|
Ruído
|
Poeira
|
Vírus
|
Esforço físico
intenso
|
Arranjo físico
inadequado
|
|
Vibração
|
Fumos
|
Bactérias
|
Levantamento e
transporte manual de peso
|
Máquinas e
equipamentos sem proteção
|
|
Radiação Ionizante
|
Neblinas
|
Fungos
|
Controle rígido de
produtividade
|
Iluminação
inadequada
|
|
Radiação
não-ionizante
|
Gases
|
Parasitas
|
Imposição de ritmos
excessivos
|
Eletricidade
|
|
Frio
|
Vapores
|
Bacilos
|
Trabalho em turno e
noturno
|
Probabilidade de
incêndio ou explosão
|
|
Calor
|
Substâncias
compostas ou produtos químicos em geral
|
|
Jornada de trabalho
prolongada
|
Armazenamento
inadequado
|
|
Pressões anormais
|
|
|
Monotonia e
repetitividade
|
Animais peçonhentos
|
|
Umidade
|
|
|
Outras situações
causadoras de estresse físico e/ou psíquico
|
Outras situações de
risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes
|
O mapa de riscos é uma
representação dos problemas potenciais à saúde que existem no ambiente de
trabalho. Essa técnica de apresentação dos riscos foi desenvolvida há cerca de
30 anos pelos trabalhadores italianos.
Para elaborar um mapa, os
trabalhadores devem seguir alguns procedimentos, como, por exemplo, fazer um
reconhecimento de todos os ambientes de trabalho do estabelecimento; saber o
que é feito, como e quanto é feito em cada local de trabalho. Depois, devem
fazer uma representação, como a planta de uma casa, dos diversos locais de
trabalho. Além disso, os trabalhadores devem listar todos os materiais,
equipamentos, ferramentas e utensílios utilizados na execução das tarefas
realizadas em cada local representado em planta e relacionar todos os riscos
existentes.
11 - LAYOUT CENTRAL
DE ESTERILIZAÇÃO HOSPITAL PRONTO SOCORRO MUNICIPAL – MÁRIO PINOTTI
Intensidade
dos Riscos Existente.
|
|
RISCO ELEVADO
|
| |||
|
|
RISCO MÉDIO
|
| |||
|
|
RISCO LEVE
|
|
12 - FLUXOGRAMA DA CENTRAL DE MATERIAL DE ESTERILIZAÇÃO
|
MEDIDAS
PREVENTIVAS PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
|
|
- Utilizar EPI’S durante da execução de suas
atividades.
-
Respeitar os avisos e placas de sinalização e de advertência.
-
Cumprir o PO Procedimento Operacional e de advertência.
-
Sentar sempre com postura correta.
-
Divulgação de técnicas de relaxamento muscular no posto de trabalho e
ginástica laboral ministradas no DSS – Diálogo de Segurança e Saúde
Ocupacional.
-
Aplicar as Ferramentas do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.
|
|
EPI’s
DE USO OBRIGATÓRIO
|
||
|
EQUIPAMENTO
|
DESCRIÇÃO
|
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO (CA)
|
|
Luvas de látex
|
É indispensável sempre que
houver contato com qualquer material contaminado.
|
CA
19881
|
|
Luvas de Borrachas Cano
Longo (antiderrapante)
|
Devem sempre ser utilizado
ao manipular soluções. Lembrando que nenhuma delas deve ser utilizadas
indevidamente como, por exemplo, pega em maçanetas, telefones, etc..
|
CA
6110
|
|
Avental Impermeável
|
Deve ser sempre utilizado
como houver contato com líquidos ou risco de respingo de material orgânico.
Após realizar a limpeza deve ser retirado e enrolado pelo avesso, o mesmo
deve ser lavado após o uso.
|
CA
21075
|
|
Máscara Facial (Mod. 2301
P1)
|
Deve utilizada durante a
manipulação de soluções e recolhimento de roupas sujas, sempre quando houver
risco de respingo em mucosa oral e nasal, seu uso é indicado também em áreas
de isolamento, diminuindo assim o risco de contaminação. A máscara deve
envolver a boca e o nariz e deve ser logo desprezada quando estiver úmida ou
for danificada.
|
CA
11672
|
|
Botas
|
Devem ser impermeáveis e
seu solado deve ser antiderrapante, seu uso é recomendando durante todo o
processo de recolhimento de lixo ou limpeza de piso. Quando o uso dessas
botas não for necessário os profissionais devem utilizar sapatos fechados.
|
CA
10199
|
|
Protetor Auricular
|
Indicado
para proteção auditiva do usuário contra ruídos
|
CA
19578
|
|
Óculos de Proteção
|
Indicado
para a proteção de mucosa ocular. Deve ser de material acrílico que não
interfira com a acuidade visual do profissional e permita uma perfeita adaptação
à face. Deve oferecer proteção lateral e com dispositivo que evite embaçar.
|
CA
12575
|
|
Gorro
|
Protege
da exposição dos cabelos e couro cabeludo à matéria orgânica ou produtos
químicos, bem como proteção ambiental à escamas do couro cabeludo e cabelos.
|
NÃO TEM CA
|
ANEXOS
AS
PRINCIPAIS NRS QUE SERÃO APLICADAS NO SETOR DE ESTERILIZAÇÃO HOSPITALAR
NR
1 – Disposições Gerais
NR
2 – Suspensão Previa
NR
3 – Embargo ou Interdição
NR
4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do
Trabalho – SEMET
NT
5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidente – CIPA
NR
6 – Equipamento de Proteção Individual e Equipamento de Proteção Coletivo (EPI
E EPC)
NR
7 – Programa de Controle Medico de Saúde Ocupacional - PCMSO
NR
8 – Edificações
NR
9 – Programa de Prevenção de Risco Ambiental – PPRA
NR
10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
NR
12 – Máquinas e Equipamentos
NR
15 – Atividades e Operações Insalubres
NR
17 – Ergonomia
NR
26 – Sinalização de Segurança
NR
32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviço de Saúde
APLICAÇÃO DA NRS
NR 1 – Esta norma regulamentadora estabelece
segmentos paramentos, que é de estrema importância a observância nas empresas
tanto públicas quanto privadas e que possuem empregados regidos pela CLT.
O não comprimento das disposições legais e
regulamentares sobre a segurança e medicina no trabalho acarretará ao
empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.
NR 2 – De acordo com o item 2.1 – todo
estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades deverá solicitar
aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTB.
2.2 – O órgão regional do MTB após realizar a
inspeção previa emitirá o certificado de aprovação de instalação - CAI
NR 3 – Conforme o laudo técnico o serviço
competente que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poderá
interditar estabelecimento, setor de serviço, maquina ou equipamento, ou
embargar obra, indicando na decisão tomada, com a brevidade que á ocorrência
exigir, as providências que deverão ser adotadas para prevenção de acidente do
trabalho e doenças profissionais.
NR 4 – Todo e qualquer estabelecimento
manterão, obrigatoriamente, Serviços Especializadas em Engenharia de Segurança
e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a
integridade do trabalhador no local de trabalho. De acordo com o quadro II da
NR 4 os profissionais envolvidos são: Técnico de Segurança do Trabalho,
Engenheiro de Segurança do Trabalho, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Enfermeiro
do Trabalho, e o Medico do Trabalho.
NR 5 – A Comissão Interna de Prevenção de
Acidente – CIPA – tem como objetivo a prevenção de acidente e doenças
decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho
com preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
NR 6 – Considera-se Equipamento de Proteção
Individual – EPI, todo dispositivo ao produto de uso individual utilizado pelo
trabalhador, destinado á proteção de risco suscetível de ameaçar a segurança e
a saúde do trabalho.
NR 7 – O Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional – PCMSO, tem o objetivo de preservar a saúdo do trabalhador.
NR 8 – Esta Norma Regulamentadora – NR
estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas
edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham.
Os locais de trabalha devem ter a altura do
piso ao teto, pé direito de acordo com as posturas municipais, atendidas as
condições de conforto, segurança e salubridade, estabelecida na portaria
3.214/78.
NR 9 – O programa de Prevenção de Riscos
Ambientais deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa,
sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores,
sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos
e das necessidades de controle.
NR 10 – Esta Norma Regulamentadora – NR
estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de
medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a
saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações
elétricas e serviços com eletricidade.
NR 12 – As áreas de circulação que os espaços
em torno de máquinas e equipamentos devem ser dimensionados de forma que o
material, os trabalhadores e os transportadores mecanizados possam movimenta-se
com segurança.
NR 15 – São consideradas atividades ou
operações insalubres as que se desenvolvem, acima dos limites de tolerância
prevista nos anexos.
NR 17 – Esta Norma Regulamentadora visa
estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às
características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um
máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.
NR 26 – Estra Norma Regulamentadora – NR, Tem
como objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para
prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando
áreas.
NR 32 – Para fins de aplicação desta NR
entende-se por serviços de saúde qualquer edificação destinada à prestação de
assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação,
assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.
FOTOGRAFIAS
FOTO 01 -









