quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Trabalho da CME - Central de Material de Esterilização


INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA

ALBERT EINSTEIN
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


INTITUTO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA

ALBERT EINSTEIN

 

Glaucia do Socorro Silva Souza

Andreia Belo dos Santos

Iolete Castro Corrêa

Jonildo Castro Corrêa

Paula de Brito Macedo

Rosicleia Gomes de Sousa

Arlindo

 

 

 

 

 

 

 

ÁPICE CONSULTORIA

 

 

 

 

 

 

 

BELÉM

2014

 

Sumário

Identificação da Empresa ------------------------------------------------------------Pag. 04.

1- Introdução ----------------------------------------------------------------------------Pag. 05.

2 - Organograma Funcional ---------------------------------------------------------Pag. 06.

3 – Justificativa -------------------------------------------------------------------------Pag. 07.

4 – Objetivo Geral ---------------------------------------------------------------------Pag. 08.

5 – Objetivo Especifico ---------------------------------------------------------------Pag. 08.

6 - Metas ---------------------------------------------------------------------------------Pag. 08.

7 - Publico Alvo -------------------------------------------------------------------------Pag. 08.

8 – Metodologia -------------------------------------------------------------------------Pag. 09.

9 - Cronograma Físico ----------------------------------------------------------------Pag. 09.

10 – Apêndice – Mapa de Risco ---------------------------------------------------Pag. 10.

11 – Layouts Central de Esterilização --------------------------------------------Pag. 12.

12 – Fluxogramas da Central de Material de Esterilização -----------------Pag. 13.

Medidas Preventivas Para Realização das Atividades -----------------------Pag. 14.

EPI’s de Uso Obrigatório -------------------------------------------------------------Pag. 14

Anexos ------------------------------------------------------------------------------------Pag. 15.

As principais NRS aplicadas no setor de esterilização hospitalar ---------Pag. 16.

Aplicação das NRS --------------------------------------------------------------------Pag. 17.

Fotos ------------------------------------------------------------------------------Pags. 19 e 20.

 

 

 

 

 

Identificação da Empresa

 

Razão Social: Ápice Consultoria

CEP: 66829-124

FONE: 3249-5467 – 8813-2456

CNPJ: 09.543.657\0001-43

ENDEREÇO: Rod. Arthur Bernardes, nº 1245.

 

 ATIVIDADE PRINCIPAL: Consultoria

Nº DE EMPRESAGADO: 0 7                 

Masculino: 05

FEMININO: 05

1 - Introdução
Visando a grande importância que um técnico de segurança do trabalho tem com a promoção e preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores, esta pesquisa vem cumpri exigências legais referentes á Politica de Segurança do Trabalho nas empresas.
Apresentar uma proposta de modelo será o principal objetivo deste trabalho, buscando um maior envolvimento dos conhecimentos técnicos diante á realidade vivida pelo técnico de Segurança do trabalho em seu ambiente profissional.
Uma vez que o laudo técnico de condições ambientes do trabalho tem por finalidade atender ás exigências previstas nas ordens de Serviço e Instruções Normativas oriundas do Instituto Nacional do Seguro Social, órgão do Ministério da Previdência e Assistência Social é justificado o grau de responsabilidade deste tema.
Portanto, buscaremos abordar os conhecimentos com qualificação necessária ao profissional, para que o resultado final seja um documento imparcial de credibilidade e, principalmente contribuinte no controle e melhoria do ambiente de trabalho em questão.
A empresa e reconhecida como uma das melhores empresas de consultorias, a Ápice Consultoria, tem mais de 15 clientes espalhados por Belém, que oferece os melhores serviços e soluções construtivas. Isso é resultado de constantes investimentos em tecnologias e inovação e da dedicação e do comprometimento de 07 funcionários.
A empresa Àpice Consultoria foi fundada 08 de janeiro de 2014 como o objetivo de atender aos seus clientes e parceiros de forma diferenciada e personalizada, em função de ser criada com estrutura e hierarquia composta por profissionais com largo e experiências na execução de projetos e obras, oferecendo, desta forma, soluções ages, eficazes e totalmente integradas e com foco nos seus clientes.
 
 
 
2 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL























3 – Justificativa

A empresa Ápice Consultoria fornecerá produtos e serviços 100% dentro do prazo estabelecido.
O planejamento de uma central de esterilização hospitalar depende das funções, complexidades de ações e os aspectos econômicos e das instalações.
 É de grande importância para o funcionamento de um hospital, não importa qual seja sua dimensão ou capacidade deverá ser planejada, instalada e bem organizada.
O artigo médicos limpos é indispensável no funcionamento de um hospital.
A principal medida na implantação de uma moderna Central de Esterilização hospitalar é o controle das infecções. Foi à instalação da barreira de contaminação, no qual separa a central de esterilização em duas partes distintas: área limpa e área suja;
Na área suja e para a utilização da separação e lavagem; na área limpa e para a utilização do acabamento e guarda.
A barreira de contaminação só será realmente eficaz se existirem maquina de autoclave e maquina de secagem de material respiratório, na qual deve ter duas portas de acesso, uma para a área de contaminação e outra para a área limpa.
Neste caso, a área de lavagem será compreendida em áreas de separação e acabamento.

 

4 – OBJETIVO GERAL:
Oferecer a administração do hospital orientação para a concepção da área física e operacional e segura da esterilização.
 
5 – OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·         Oferecer a direção do hospital subsídios técnicos relativos à construção, reforma, organização e manutenção da esterilização.
·         Contribuir com a direção do hospital, oferecer subsídios para a elaboração de seus próprios manuais da esterilização.
·         Orientar a administração do hospital no controle da infecção hospitalar relacionados com os artigos médico hospitalar.
·         Cooperar para maior produtividade a redução dos custos operacionais do hospital.
·         Favorecer a melhoria do ambiente de trabalho, proporcionando maior segurança conforto e satisfação, reduzindo a rotatividade desnecessária de pessoal.


 
6 - METAS

CURTO PRAZO
MÉDIO PRAZO
LONGO PRAZO
Reconhecimento de Ambiente de trabalho
Antecipação dos riscos no ambiente de trabalho
Avaliação e Controle dos Riscos existente no ambiente de trabalho

 

7 - PUBLICO ALVO

05 funcionários;

20 pacientes;


 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

8 – METODOLOGIA

O primeiro passo é realizar uma visita técnica no Hospital de Pronto Socorro Municipal – Mário Pinotti, localizado na Rua de 14 de Março, s/nº, Bairro Umarizal, Belém/PA.

A visita ao Hospital Pronto Socorro Municipal – Mário Pinotti foi muito proveitoso, pois tiramos o máximo de informação que podermos da Enfermeira Ana Damasceno, que nos auxiliou falando como funciona o setor de Esterilização de um Hospital Público, e tivemos a oportunidade de trocarmos ideias técnicas com relação a este setor.

Em seguida, criou-se o mapa de risco do CME (Central de Material de Esterilização), informando todos os riscos que os técnicos de enfermagem e enfermeiros estavam expostos naquele setor.

Umas das metas principais é a segurança, favorecer a melhoria do ambiente de trabalho, proporcionando maior segurança conforto e satisfação, reduzindo a rotatividade desnecessária de pessoal no ambiente de trabalho, englobando a área de segurança.

·           Palestra: todos os eventos serão voltados a Central de Esterilização e a conscientização da importância do tema. Duração: 8 Horas. Serão realizados dois encontros agendados com a Enfermeira Chefa daquele setor. O primeiro, no primeiro dia do mês e o segundo sendo marcada em uma data escolhida pelo hospital a qual estamos prestando serviços com duração de 4 horas cada palestra.
 

9 - CRONOGRAMA FÍSICO




CRONOGRAMA
TEMPO
CARGA HORARIA
MÊS
Seleção da Equipe
03 dias
2 horas
Janeiro
Visita Técnica
01dia
1hora 30mim
Fevereiro
Criação do Mapa
01 dia
2horas 25mim
Fevereiro
Palestra
01 dia
8 horas
Fevereiro
Processo Avaliação
02 dias
4 horas
Fevereiro
Aprovação do Projeto
01dia
30mim
Fevereiro
Aplicação do Projeto
01 dia
3 horas
Março
















APÊNDICE



10 - MAPA DE RISCO




GRUPO 1
(Verde)OG
GRUPO 2
(Vermelho)
GRUPO 3
(Marrom)
GRUPO 4
(Amarelo)
GRUPO 5
(Azul)
Risco Físico
Risco Quimico
Risco Biológico
Risco Ergonômico
Risco de Acidente
Ruído
Poeira
Vírus
Esforço físico intenso
Arranjo físico inadequado
Vibração
Fumos
Bactérias
Levantamento e transporte manual de peso
Máquinas e equipamentos sem proteção
Radiação Ionizante
Neblinas
Fungos
Controle rígido de produtividade
Iluminação inadequada
Radiação
não-ionizante
Gases
Parasitas
Imposição de ritmos excessivos
Eletricidade
Frio
Vapores
Bacilos
Trabalho em turno e noturno
Probabilidade de incêndio ou explosão
Calor
Substâncias compostas ou produtos químicos em geral
 
Jornada de trabalho prolongada
Armazenamento inadequado
Pressões anormais
 
 
Monotonia e repetitividade
Animais peçonhentos
Umidade
 
 
Outras situações causadoras de estresse físico e/ou psíquico
Outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes




O mapa de riscos é uma representação dos problemas potenciais à saúde que existem no ambiente de trabalho. Essa técnica de apresentação dos riscos foi desenvolvida há cerca de 30 anos pelos trabalhadores italianos.
Para elaborar um mapa, os trabalhadores devem seguir alguns procedimentos, como, por exemplo, fazer um reconhecimento de todos os ambientes de trabalho do estabelecimento; saber o que é feito, como e quanto é feito em cada local de trabalho. Depois, devem fazer uma representação, como a planta de uma casa, dos diversos locais de trabalho. Além disso, os trabalhadores devem listar todos os materiais, equipamentos, ferramentas e utensílios utilizados na execução das tarefas realizadas em cada local representado em planta e relacionar todos os riscos existentes.
 
 
11 - LAYOUT CENTRAL DE ESTERILIZAÇÃO HOSPITAL PRONTO SOCORRO MUNICIPAL – MÁRIO PINOTTI
 

Intensidade dos Riscos Existente.

 
 
 
 
 

RISCO ELEVADO
 
         
 
 
RISCO MÉDIO
 
 
 
 
RISCO LEVE
 


12 - FLUXOGRAMA DA CENTRAL DE MATERIAL DE ESTERILIZAÇÃO




 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MEDIDAS PREVENTIVAS PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES
- Utilizar EPI’S durante da execução de suas atividades.
- Respeitar os avisos e placas de sinalização e de advertência.
- Cumprir o PO Procedimento Operacional e de advertência.
- Sentar sempre com postura correta.
- Divulgação de técnicas de relaxamento muscular no posto de trabalho e ginástica laboral ministradas no DSS – Diálogo de Segurança e Saúde Ocupacional.
- Aplicar as Ferramentas do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional.
 
 
EPI’s DE USO OBRIGATÓRIO
EQUIPAMENTO
DESCRIÇÃO
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO (CA)
Luvas de látex
É indispensável sempre que houver contato com qualquer material contaminado.
 
CA 19881
Luvas de Borrachas Cano Longo (antiderrapante)
Devem sempre ser utilizado ao manipular soluções. Lembrando que nenhuma delas deve ser utilizadas indevidamente como, por exemplo, pega em maçanetas, telefones, etc..
 
CA 6110
Avental Impermeável
Deve ser sempre utilizado como houver contato com líquidos ou risco de respingo de material orgânico. Após realizar a limpeza deve ser retirado e enrolado pelo avesso, o mesmo deve ser lavado após o uso.
 
CA 21075
Máscara Facial (Mod. 2301 P1)
Deve utilizada durante a manipulação de soluções e recolhimento de roupas sujas, sempre quando houver risco de respingo em mucosa oral e nasal, seu uso é indicado também em áreas de isolamento, diminuindo assim o risco de contaminação. A máscara deve envolver a boca e o nariz e deve ser logo desprezada quando estiver úmida ou for danificada.
 
CA 11672
Botas
Devem ser impermeáveis e seu solado deve ser antiderrapante, seu uso é recomendando durante todo o processo de recolhimento de lixo ou limpeza de piso. Quando o uso dessas botas não for necessário os profissionais devem utilizar sapatos fechados.
 
 
CA 10199
Protetor Auricular
Indicado para proteção auditiva do usuário contra ruídos
CA 19578
Óculos de Proteção
Indicado para a proteção de mucosa ocular. Deve ser de material acrílico que não interfira com a acuidade visual do profissional e permita uma perfeita adaptação à face. Deve oferecer proteção lateral e com dispositivo que evite embaçar.
 
 
CA 12575
Gorro
Protege da exposição dos cabelos e couro cabeludo à matéria orgânica ou produtos químicos, bem como proteção ambiental à escamas do couro cabeludo e cabelos.
 
NÃO TEM CA
 
 




 

ANEXOS
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AS PRINCIPAIS NRS QUE SERÃO APLICADAS NO SETOR DE ESTERILIZAÇÃO HOSPITALAR
NR 1 – Disposições Gerais
NR 2 – Suspensão Previa
NR 3 – Embargo ou Interdição
NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SEMET
NT 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidente – CIPA
NR 6 – Equipamento de Proteção Individual e Equipamento de Proteção Coletivo (EPI E EPC)
NR 7 – Programa de Controle Medico de Saúde Ocupacional - PCMSO
NR 8 – Edificações
NR 9 – Programa de Prevenção de Risco Ambiental – PPRA
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
NR 12 – Máquinas e Equipamentos
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
NR 17 – Ergonomia
NR 26 – Sinalização de Segurança
NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviço de Saúde
APLICAÇÃO DA NRS
NR 1 – Esta norma regulamentadora estabelece segmentos paramentos, que é de estrema importância a observância nas empresas tanto públicas quanto privadas e que possuem empregados regidos pela CLT.
O não comprimento das disposições legais e regulamentares sobre a segurança e medicina no trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.
NR 2 – De acordo com o item 2.1 – todo estabelecimento novo antes de iniciar suas atividades deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do MTB.
2.2 – O órgão regional do MTB após realizar a inspeção previa emitirá o certificado de aprovação de instalação - CAI
NR 3 – Conforme o laudo técnico o serviço competente que demonstre grave e iminente risco para o trabalhador, poderá interditar estabelecimento, setor de serviço, maquina ou equipamento, ou embargar obra, indicando na decisão tomada, com a brevidade que á ocorrência exigir, as providências que deverão ser adotadas para prevenção de acidente do trabalho e doenças profissionais.
NR 4 – Todo e qualquer estabelecimento manterão, obrigatoriamente, Serviços Especializadas em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. De acordo com o quadro II da NR 4 os profissionais envolvidos são: Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho, e o Medico do Trabalho.
NR 5 – A Comissão Interna de Prevenção de Acidente – CIPA – tem como objetivo a prevenção de acidente e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
NR 6 – Considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ao produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado á proteção de risco suscetível de ameaçar a segurança e a saúde do trabalho.
NR 7 – O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, tem o objetivo de preservar a saúdo do trabalhador.
NR 8 – Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham.
Os locais de trabalha devem ter a altura do piso ao teto, pé direito de acordo com as posturas municipais, atendidas as condições de conforto, segurança e salubridade, estabelecida na portaria 3.214/78.
NR 9 – O programa de Prevenção de Riscos Ambientais deve ser desenvolvido no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.
NR 10 – Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.
NR 12 – As áreas de circulação que os espaços em torno de máquinas e equipamentos devem ser dimensionados de forma que o material, os trabalhadores e os transportadores mecanizados possam movimenta-se com segurança.
NR 15 – São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem, acima dos limites de tolerância prevista nos anexos.
NR 17 – Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.
NR 26 – Estra Norma Regulamentadora – NR, Tem como objetivo fixar as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas.
NR 32 – Para fins de aplicação desta NR entende-se por serviços de saúde qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.
 
 
 
FOTOGRAFIAS


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